
Coluna do Breno - Olá amigos aurinegros, sejam muito bem-vindo a mais uma coluna. Espaço esse para falar do nosso querido BVB. Aqui, todas as mensagens são sempre respeitadas,um espaço democrático, porém não passando do limite tolerável. Agora, sem mais delongas o nosso tema da semana é: Marco Reus.
Reus não é um jogador comum, Reus é um símbolo, é a essência do BVB, a camisa, o manto aurinegro é mais do que uma camisa de futebol, é a segunda pele para Marco Reus. Mas precisamos discutir, pois vejo muita coisa, muita ingratidão por ele, mas ninguém sabe o que se passa, nem imagina o quão a dor, os pensamentos dele sobre o que está acontecendo, nem esse que escreve também não sabe, mas uma coisa eu sei, devemos respeitar.
Talvez muito desse “preconceito” é porque Reus em um determiando momento, ainda novo não quis permanecer no clube e quis seguir um caminho alternativo para tentar brilhar na carreira profissional. Existe uma mágoa por isso, pois achavam que ele deveria esperar o seu momento no BVB. Não julgo e não condeno, as escolhas são pessoais e naquele momento ele quis trilhar outr caminho.
Mas, na primeira oportunidade ele voltou, até com propostas de outros clubes e com salário maior, o seu amor bateu mais forte. A camisa 11 não será a mesma, pois nela está um homem de muita coragem que aguenta os trancos sozinho, pois em nenhum momento, até mesmo com a cabeça baixa se deu por vencido. As pessoas zombam dele pelas suas lesões, outras acham que é ‘migué”.
Não sou formado em direito, não estou como advogado de Reus, mas, precisamos de mais compaixão com o próximo. É tentar compreender a situação. Para um jogador de futebol, o que ele mais quer é jogar, ainda mais quando ele ama de fato e quer estar ali correndo e ajudando. Reus sempre fez isso com a maior dedicação pela camisa aurinegra. Mas, as lesões o atrapalham, e sempre nos momentos mais decisivos, o que leva muita gente a questionar e falar em "pipocar".
Quem fala uma coisa dessa, não sabe o que ele deve sentir - o fardo e o peso que ele carrega por ser esse cara diferenciado. Nunca se escondeu em nenhum momento. É muito mais fácil criticar do que se humanizar. O peso das palavras ajudam a propagar e contar uma mentira, no qual toda mentira vira uma verdade absoluta.
Jogadores vem e vão, e isso no futebol é normal, faz parte de um processo de um clube estar sempre a cada ano se reformulando, mas sai ano e entra ano, Reus está ali honrando a camisa que ele ama, e que soa e tentar fazer algo de diferente. Por amar e ficar e com suas lesões ele aguenta as porradas, mas a cada gol, o mesmo que critica, acaba elogiando.
Por Breno Benedito
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